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Aliança

O anel pode ser considerado a peça com mais significados do mundo da joalheria. Tanto o seu formato quanto o seu jeito de usar podem carregar diferentes conotações e mensagens. E nenhuma é mais famosa – e reconhecida – que a de compromisso. Seja de namoro, de noivado ou de casamento, usar esse objeto circular ao redor do dedo anelar é um indicativo de união afetiva entre duas pessoas. Por isso, é chamado também de aliança.

Do latim alligare, que significa “ligar-se a”, a joia é símbolo de comprometimento e cumplicidade desde as antigas civilizações. Há mais de 6.000 anos, no Antigo Egito, por exemplo, os anéis de compromisso podiam ser encontrados em ouro ou prata. Seu formato circular representava, para o povo egípcio, a eternidade e o amor infinito entre um casal. O uso no anelar esquerdo, por sua vez, remetia à ligação – através de uma veia – entre esse dedo e o coração.

Enquanto as alianças de casamento são usadas na mão esquerda, e geralmente confeccionadas de ouro, os anéis de noivado têm o seu lugar na direita e podem ser encontrados em diferentes materiais. Mas enganam-se aqueles que acreditam que o costume nasceu por mera convenção. Ela é, na realidade, fruto de um decreto papal de 860 d.C. O Papa Nicolau I viu na joia a forma perfeita de fazer com que os casais demonstrassem – e afirmassem – publicamente o seu compromisso antes do matrimônio. Já a inserção de uma pedra – um anel solitário – pode ser atribuído, principalmente, ao Arquiduque Maximiliano I, da Áustria, que em 1477 presenteou sua amada, Maria, Duquesa de Borgonha, com um modelo de diamante. A partir daí, e com a ajuda da publicidade de grandes joalherias como DeBeers e Tiffany & Co., a peça se tornou um objeto de desejo das mulheres e é comumente associada ao anel de noivado.

As alianças de namoro, por sua vez, são usadas na mão direita e representam um “passo adiante” no relacionamento entre duas pessoas. Muito popular nos Anos 50, essas joias caíram em desuso e voltaram com tudo a partir dos anos 2000, principalmente no Brasil. É uma forma de demonstrar a seriedade de uma união e o comprometimento entre um casal. É comum que os namorados personalizem o interior das joias com as iniciais, nomes ou data de início da união. Em tempo, não existe uma regra que dite o período ideal para a troca de anéis de compromisso. Há quem diga seis meses, há quem diga um ano. O melhor jeito é que cada casal respeite o tempo de maturação do relacionamento e descubra junto o momento certo para estreitar os laços. Sem precipitações, sem medo, sem erro.

E não são apenas os países ocidentais que possuem o costume de trocar anéis de compromisso como forma de compromisso. Na China, por exemplo, as alianças são utilizadas no mesmo dedo anelar, mas por motivos diferentes dos nossos. Primeiro, é importante entender que cada dedo possui uma representação na cultura chinesa: o polegar são os seus pais; os indicadores são os irmãos; e os dedos mindinhos são os filhos. O dedo médio é você e o anelar é o seu parceiro na vida. Se você juntar as suas mãos, palma com palma, como um espelho, e dobrar os dedos médios para dentro (já que ele é você), mantendo as pontas de todos os outros se tocando, você vai perceber que os movimentos começam a ficar limitados. Principalmente quando começar a afastar, um a um, cada um dos dedos. Os mais fáceis de distanciar são os pais, os irmãos e os filhos. Exatamente como na vida. Já o cônjuge, aquele que foi escolhido e escolheu você para o resto da vida, permanece.

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