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Piercing

Enganam-se aqueles que acreditam que os piercings sejam uma moda recente ou passageira. Se há 5 mil anos essas modificações corporais possuíam significações como riqueza ou virilidade, e nos anos 80 o movimento punk deu um tom transgressor e rebelde ao acessório, hoje eles de adaptam a diferentes estilos e são mais aceitos na sociedade.

Mais sobre Piercing

Embora a palavra piercing venha do verbo em inglês perfuração, você não precisa de uma agulha ou sentir dor para aderir à tendência. Seja muito bem-vindo ao fantástico mundo dos piercings de pressão!

Mas não é cafona? Muito pelo contrário, caro leitor. Os piercings de pressão caíram no gosto dos fashionistas e hoje retornam periodicamente às semanas de moda, tapetes vermelhos e aos looks de celebridades, cantoras e modelos. No time estrangeiro, nomes como Emma Watson, Rihanna, Jessica Biel e Chloe Moretz já foram fotografados com o acessório enfeitando suas orelhas ou septo. As brasileiras também não ficaram de fora e os piercings fizeram parte das produções de Ivete Sangalo, Adriane Galisteu, Yasmin Brunet e Marina Ruy Barbosa.

Então é tendência?

Sim! Entre idas e vindas no mundo fashion, os piercings de pressão – ou fake – se consolidaram como acessórios indispensáveis nas passarelas das grandes grifes. Mais do que complementos aos looks, as peças servem como instrumentos de expressão. Em 2015, por exemplo, os modelos da Givenchy desfilaram com fake piercings espalhados por todo o rosto, cobrindo orelhas, bochechas e sobrancelhas, dando um tom obscuro à apresentação. Na temporada seguinte, a Alexandre McQueen usou os acessórios no formato de alfinetes para evocar o militarismo e a época vitoriana.

Desde então, os piercings não saíram mais de cena e foram se reinventando a cada estação. Para 2018, a tendência fashion para enfeitar as orelhas tem nome e sobrenome. Chamado de Constelações, o movimento foi criado pelo norte-americano Brian Keith Thompson, profissional responsável por furar as orelhas de celebridades como Jennifer Lawrence, Beyoncé, Emma Stone e FKA Twigs. A ideia é usar no mínimo três joias dispostas de forma artística como se fossem estrelas. Não existe uma regra a ser seguida, e o artista aplica os piercings no lóbulo e na cartilagem da forma que considerar mais bonito. Por isso, nenhum trabalho é igual ao outro.

Dessa forma, utilizar uma peça fake tem mais uma vantagem. Além de causar o mesmo impacto no visual, você pode mudar o acessório de lugar conforme a produção, ocasião e tendência. E não apenas nas orelhas. Muitos fashionistas também estão usando o piercing de pressão nos lábios e no septo. Sem o fator permanente do furo, os acessórios fake não causam arrependimentos e permitem variações, tanto na disposição quanto no material, cor e modelo.

Vem do Oriente para mexer com a gente!

Na época dos Faraós, o piercing no umbigo era exclusividade da família real. Em certas tribos do Norte da África e do Oriente Médio era comum as noivas furarem o nariz após o casamento. Quanto maior o piercing oferecido pelo noivo, maior era a riqueza da família. No século 16, a prática também foi adotada na região da Índia, pois acreditava-se que o furo no nariz amenizava as dores do período menstrual e do parto. Mas não eram apenas as mulheres que usavam o acessório. Na Roma Antiga, um homem com um piercing no mamilo simbolizava força, virilidade e dedicação ao Império.

A partir daí, aqui no Ocidente, a história dos piercings se confunde com a dos brincos. Em 1920, furar a orelha ainda era considerado um tabu, por isso, as mulheres usavam brincos de pressão para enfeitá-las. Na década seguinte, atrizes do cinema-mudo como Gloria Swanson ajudaram a popularizar o acessório indolor, usando joias de estilo Art Déco. Nos anos 40, com inspiração oriental, os piercings começaram a se popularizar, principalmente na narina e no septo. Mas apenas por volta dos anos 1960 e 1970 que os furos, ainda nas orelhas, caíram do American Way of Life!

A partir daí, a paixão pelos acessórios foi consolidada. Nos anos 80, a moda do segundo (terceiro, quarto…) furo veio com ascensão do movimento punk e, na década seguinte, piercings na língua e nos lábio se tornaram sinônimos de rebeldia contra a sociedade conservadora. No auge do pop anos 2000, as mulheres começaram a furar os seus umbigos, que ficavam a mostra com as calças de cintura baixa e baby looks, a la Britney Spears. No mesmo período, o piercing de sobrancelha teve o seu momento com os emos e fãs de rock alternativo.

Como usar?

Dos momentos mais descontraídos às ocasiões mais formais, os piercings de pressão são peças versáteis e considerados coringas em qualquer guarda roupa. Os modelos mais grossos são ideais para serem usados sozinhos ou combinados com brincos do mesmo material e tonalidade. Com aplicação de pedras e brilhos, ficam mais elegantes e poderosos, e podem ser utilizados sem medo em uma festa. Geralmente, estes acessórios são colocados na cartilagem das orelhas, entre o meio e a parte superior. Para um toque mais rocker, experimente usar de duas a três peças de uma única vez.

Pela delicadeza das peças, os piercings mais finos possibilitam inúmeras formas de uso. Podem ser colocados no lóbulo da orelha, junto com brincos maiores, na cartilagem e, também, na parte interna, chamada de tragus. Não existe um certo ou errado, mas o ideal é que exista um equilíbrio entre os acessórios utilizados, tanto na cor quanto no estilo. Quanto maior for o número de piercings, menor deve ser o tamanho do brinco para não existir um conflito de informações, por exemplo. Estes modelos mais estreitos podem ser usados sem erro em momentos de lazer – já que não incomodam ou pesam – e no trabalho, para dar aquele toque de modernidade.

A variedade de formatos, cores e tamanhos dos piercings de pressão pode ser assustadora – e causar uma tremenda indecisão – principalmente na hora da compra. Então, na hora da sua primeira aquisição, aposte nos clássicos, como argolas de metais finas ou com pequenos pontos de luz. Quando ganhar gosto pela coisa – e isso é uma certeza! – existe um mundo de opções à sua espera esperando para ser descoberto. Se joga!

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