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Brinco Prata com Pedra

Do povo pérsio até os dias de hoje existem milhares de anos de história e grandes eventos que mudaram – e abalaram – as estruturas do mercado joalheiro e a forma como usamos acessórios no dia-a-dia.

A utilização de pedras na confecção de joias e o uso de brincos por homens e mulheres de diferentes sociedades, por exemplo, podem não ser episódios recentes, mas não há dúvidas que ainda carregam consigo significados e simbolismos seculares. De proteção a distinção social, de benefícios mentais à físicos, algumas coisas não mudam nunca. E uma delas é a sofisticação que esse tipo de brinco proporciona ao look, dando um toque de elegância até a mais básica das t-shirts.

Um breve resumo da história dos brincos

Os primeiros indícios do uso de brincos pelo homem foram encontrados na região da Pérsia, onde hoje está localizado o Irã. Pinturas e esculturas desse período, chamado de Antiguidade, mostram soldados persas usando a joia na orelha como símbolo de proteção. Gregos e Romanos, por sua vez, utilizavam o acessório – já de metal como o ouro e a prata – como símbolo de poder e distinção social. No Brasil, o adorno existia muito antes do território virar um país e ser descoberto. Os índios que aqui viviam tinham a peça – geralmente confeccionada com penas – ligada a ritos e celebrações de suas respectivas aldeias. Apenas no Renascimento, período pós-Idade Média, no século XV, que os brincos ganharam força, principalmente nas classes mais altas.

Com a mecanização dos processos de produção na Revolução Industrial, ou Era Moderna, as joias passaram a ser confeccionadas por máquinas de maneira muito mais rápida, em larga escala. Dessa forma, um par de brincos não servia mais apenas para sinalização berço, mas para embelezar, tornar bonito. O uso de matérias-primas mais baratas deixou os acessórios mais acessíveis e popularizou a sua utilização por todas as sociedades. Chamadas de bijuterias, essas peças decoram e adicionam informações ao visual sem a questão do luxo ou ostentação. A razão do uso é, simplesmente, fazer com que o usuário se sinta bem e expresse o seu estilo de vida através da moda com muito mais facilidade.

Além de beleza, benefícios

Dessa forma, incluir os acessórios em uma produção pode agregar benefícios relacionados ao bem-estar, autoestima e todos os conceitos que envolvem a sua imagem perante a sociedade. Com a grande variedade de modelos disponíveis, cores e formatos, encontrar aquela peça que mais representa você não é uma tarefa tão complicada. Outra característica importante dos acessórios na moda é a de expressão. Hoje em dia, muitas marcas estão apostando em peças personalizadas ou temáticas. Um exemplo, são os brincos que a atriz Bruna Marquezine apareceu usando durante a Copa do Mundo de Futebol na Rússia. Com os dizeres “Bru” e “Mar”, o par é uma referência clara ao seu relacionamento com o jogador da seleção Neymar e mostra o seu apoio ao craque durante o campeonato.

O uso de brincos de pedras pode, além de valorizar uma produção, trazer benefícios para o comportamento das pessoas. É isso mesmo. Para aqueles que acreditam (afinal, crer é muito importante nestes casos), as pedras naturais são fontes de energia brutas que podem equilibrar ou potenciar habilidades e características do portador. Neste caso, estamos falando de brincos, mas não funciona apenas com a pessoa que a utiliza, como também com casa que ela decora. A ametista, por exemplo, pode agir no plano físico e mental. No primeiro caso, acalma o sistema nervoso e favorece a circulação do sangue e a imunidade. No segundo, serve como um amuleto para afastar energias negativas e más influências.

Sofisticação e versatilidade

Incluir um par de brincos com pedras no visual adiciona – instantaneamente – sofisticação e elegância. Uma básica t-shirt branca ganha muito mais informação de moda quando combinada com esmeraldas. Aliás, qualquer produção ganha peso se comparar com uma joia lisa, sem adornos ou detalhes. E isso traz à tona outra característica dos acessórios com pedras, sejam elas naturais ou sintéticas: versatilidade. Afinal, de tamanhos grandes a pequenos, os brincos transitam muito bem e acompanham de forma natural o dia-a-dia do portador. Do trabalho ao happy hour, do passeio no shopping à festa de casamento, o que não faltam são ocasiões para usar os acessórios por aí com personalidade.

Mas é claro que, na hora de usar o seu par de brincos com pedras, é necessário bom senso. Ao contrário das peças sintéticas, as gemas naturais – dependendo do tamanho – podem ser pesadas, então vale analisar a ocasião para garantir conforto. Nada mais chique do que alguém confiante e confortável. Ao falar que elas são versáteis e acompanham com elegância o dia-a-dia do portador, a ideia é reforçar – e ir contra – a ideia pré-fixada que muitos ainda possuem de que joias com pedras devem ficar dentro da caixa e usadas apenas em ocasiões especiais. Quando confeccionadas em materiais de boa qualidade, como a Prata 925, elas são bem-duráveis, e podem até mesmo passar de geração para geração como uma herança carregada de histórias e causos da vida do portador.

Ou oito, ou oitenta

Já ouviu essa expressão? Ela pode ser usada para definir os brincos de pedras. Mesmo com uma infinidade de lojas, marcas e modelos à disposição dos consumidores, existem dois formatos que são os mais encontrados na hora de fazer uma nova aquisição: os menores, de estilo segundo-furo, e os grandes, do modelo “pendurado”. Mas isso não é uma coisa ruim! Afinal, mostra que esses estilos são consideradas peças clássicas e atemporais que conquistaram – e conquistam – usuários além das tendências de moda. As versões pequenas são ótimas para um toque de cor ou luz perto do rosto, sem deixar o visual pesado. Coringas, não inibem o uso de outros acessórios como colares, e podem ainda ser usados na tendência de mix de brincos, que consiste em usar várias peças de forma harmônica nas orelhas. Os brincos pequenos podem ser usados em conjunto com outros brincos, piercings e ear cuffs para uma produção mais imponente, moderna e cool.

E enganam-se aqueles que acreditam que os modelos maiores estão ultrapassados. Na verdade, é totalmente ao contrário. É visível o movimento por parte do mercado de moda e dos estilistas para o maxi, ou seja, para peças de tamanhos grandes com importância o suficiente para serem usadas sozinhas. Na última edição do São Paulo Fashion Week, por exemplo, o formato foi bastante utilizado nas passarelas das marcas Água de Coco e PatBo. Outra trend que é a aposta dos fashionistas, é o uso de brincos diferentes em cada orelha. Geralmente, de um lado usa-se uma peça maxi e do outro, uma mini. Que tal unir o oito e o oitenta na sua próxima produção? Só não esqueça de combinar o tom das pedras ou dos metais para um resultado mais harmônico que não influencie de forma negativa no seu visual. Afinal, as orelhas – assim como os cabelos – são consideradas molduras do rosto.

 

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