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Choker

Mais uma vez as gargantilhas voltaram ao cenário da moda como protagonistas de produções cheias de atitude e empoderamento com um toque de rebeldia. Sua história, que envolve rainhas e prostitutas, luto e poder, tem início na Antiguidade, mais especificamente na Antiga Mesopotâmia. De lá para cá, os acessórios têm aparições periódicas no mundo fashion, tendo como ápice os anos 90, representado por personalidades como Britney Spears, Christina Aguilera e as Spice Girls.

Mais Chokers e Gargantilhas

Você com certeza já deve ter visto alguém usando este acessório por aí. Hoje, chamadas também de “chokers” (ou sufocador, em inglês), as gargantilhas foram destaques de desfiles de moda internacionais – aparecendo nas passarelas de grifes como Dior e Chanel – e são acessórios queridinhos de fashionistas como Kendal Jenner, Rihanna e Gigi Hadid. Não importa a ocasião, elas parecem combinar com tudo e com todos os estilos, desde a mulher mais descolada até a mais delicada, todas conseguem se adaptar a elas.

Meso o quê?

Mesopotâmia. Segundo os curadores do Jewelry Museum of Fine Arts (MFA), localizado em Boston, nos Estados Unidos, as primeiras evidências históricas das gargantilhas datam 2.500 a.C. Reza a lenda, que os antigos usavam joias porque acreditam no valor espiritual e protetivo das peças, que serviam contra pestes e males. Na Idade Média, o adorno justo envolta do pescoço deixou de ser um acessório de proteção e se tornou um instrumento para distinguir escravos. Na Revolução Francesa, por sua vez, as chokers representaram o luto. As mulheres amarravam um laço vermelho ou preto ao redor do pescoço em memória aos amigos e familiares mortos na guilhotina.

Após ser símbolo de proteção, de sofrimento e de luto, no século XIX as gargantilhas se tornam acessório de prostituição e, de forma controversa, da realeza. Enquanto as dançarinas de cabaré amarravam tecidos ao redor do pescoço, como mostra a obra Olympia, do impressionista Édouard Manet, as mulheres da nobreza adornavam suas chokers com pérolas e diamantes. Nesse período, o acessório recebeu o nome de “collien du chien”, que significa coleira. E desde então, as idas e vindas das gargantilhas no mundo da moda se tornou periódica.

Sempre tendência!

Nos anos 70, os acessórios foram usados principalmente pelo movimento hippie. Na década seguinte, pelo punk. No final de 1990 e início dos anos 2000, a choker – comumente associada como símbolo gótico – tornou-se uma febre nas passarelas e nas ruas, ganhando cores e atingindo diferentes públicos, do grunge ao pop. Antes, as gargantilhas eram feitas de um plástico flexível que imitava uma tatuagem tribal, também chamadas de tattoo chokers. Hoje, elas retornam ao universo fashion com materiais mais sofisticados como tecidos e metais, que agradam as mulheres e os homens de todos os estilos.

E não para por aí! As últimas semanas de moda internacionais mostraram que os fashionistas não estão prontos para deixar as gargantilhas de lado tão cedo. As chokers apareceram nos últimos desfiles das grifes Chanel, Dior, Balanciaga, Dolce & Gabbana e Chloe, e em tamanhos maiores. Novamente, os máxi-acessórios estão substituindo a vibe minimalista que tomou conta das últimas estações. Outra prova irrefutável do reinado das gargantilhas é no tapete vermelho das premiações. No Oscar deste ano, por exemplo, a atriz Danai Gurira, conhecida por seus papéis em The Walking Dead e Pantera Negra, posou usando uma gargantilha de diamantes com diferentes lapidações e tamanhos. Um luxo!

Tá, mas como usar?

Não existem regras para o uso de gargantilhas já que a utilização pode variar de acordo com o gosto de cada um. Se você é adepto ao estilo boho, por exemplo, pode optar por chokers de camurça, de metal prateado ou acobreado. Para uma festa, o veludo e os metais com detalhes brilhantes ou pedras se tornam mais elegantes. Outra maneira de aderir à tendência é misturar diferentes gargantilhas em uma única produção.

Se você quer destacar a região do pescoço, invista em chokers mais largas e com detalhes como bordados e texturas. Essas aplicações conferem volume ao pescoço e dão a impressão que a região é maior. Caso essa não seja a intenção, opte pelos modelos mais finos, de tecido ou metal. Quando colocado mais perto da  base do pescoço, estes mais estreitos também são grandes aliados para alongar a silhueta, já que deixam mais pele aparecendo.

Vale em qualquer ocasião?

O modelo de cordão com pingente nas pontas é considerado um clássico, e é indicado para eventos menos formais e mais descontraídos. É possível fazer um laço ou apenas dar um nó e deixar as pontinhas penduradas. Para uma balada ou um show de rock, as gargantilhas tribais (tattoo choker) combinam mais com o ambiente, além de serem confortáveis, já que são confeccionadas com elástico maleável e ficam justas no pescoço. O couro também é uma boa pedida para um look rocker.

Ao usar uma choker em uma festa, por exemplo, e ela for decorada com brilhantes, pedras ou outras texturas, é importante optar por brincos menores para que não exista um conflito de informações entre acessórios tão próximos, ofuscando o rosto de quem os usa. Já se for uma simples – e elegante – faixa de tecido lisa de veludo ou cetim, um brinco bafônico pode deixar o visual ainda mais poderoso e interessante. Que tal um ear cuff ou um ear hook?

Gargantilhas são investimentos!

Até aqui, você já deve ter percebido que as gargantilhas, chokers ou coleiras são acessórios versáteis e coringas, um investimento válido para se ter no armário. Afinal, além de retornarem com frequência aos holofotes da moda, elas são capazes de complementar – ou salvar – qualquer look adicionando um toque sexy, irreverente ou elegante. Sentiu o poder?

No verão, vale combinar com bodies (outro retorno dos anos 90), blusas que deixam os ombros de fora, alcinhas e t-shirts. Para os dias mais frios, a gargantilha sobre uma gola rolê proporciona sofisticação e informação de moda. A combinação do acessório com um blazer, em uma ocasião mais séria, dá um toque de feminilidade. Junto com um decote de formato “V” alonga a silhueta e exala sensualidade.

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