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Colar de Prata com Pedra

Usar um colar com uma pedra preciosa é mais do que estilo, é expressão pessoal. Muito além das tendências passageiras, uma joia pode trazer à tona diferentes informações, desejos e, até mesmo, memórias. No primeiro caso, vêm à mente as pedras relacionadas a signos ou profissões. Depois, a crença de que esses objetos são, na verdade, materialização de energias da natureza repletas de significações.

Uma peça tem o poder ainda de reviver momentos e pessoas quando é fruto de um presente ou herança. Por esses três principais motivos, o mundo das gemas coloridas é atemporal e coringa. Afinal, pode passar meses trancados dentro de uma caixa, mas quando os editoriais de moda não conversam com a realidade, os clássicos serão revisitados. Porque com eles, não há erros.

Os colares e as pedras: um caso milenar

Chamados de “Adão e Eva da Joalheria”, o colar de contas foi o primeiro objeto feito pelo homem para ser usado em volta do pescoço. Tratam-se de pequenas esferas – de pedras, gemas preciosas, vidro, terracota – com um furo no meio, unidas por um fio ou uma corrente. Há evidências desse tipo de adorno por toda a história: escavações na Suíça encontraram um exemplar de argila enterrado junto com o dono; no Egito, sua ourivesaria avançada já produzia contas de vidro e cerâmica; em Roma, além desses materiais, eram utilizadas também a terracota e as pedras preciosas como quartzo e ametista. Vale ressaltar que em todas essas culturas, o metal ainda era muito raro.

A Idade Média foi considerada o período de maior expressão dos colares, quando as contas não foram suficientes para satisfazer a pompa da alta sociedade. Afinal, esperava-se dos nobres a demonstração de suas riquezas. Com o passar dos séculos, vieram mudanças estruturais no setor joalheiro, principalmente durante a Revolução Industrial. A produção de peças em larga escala e a inserção de materiais de menor valor agregado, como a liga metálica que passou a substituir o ouro e a prata, e a criação de pedras sintéticas, estremeceram as estruturas e causaram um boom na sociedade. Surgiram então, as amadas bijuterias, ou bijoux.

Vem, significados!

É quase impossível falar de pedras sem citar o lado místico dessas matérias-primas. Além de combinar o colar com as roupas e com os outros acessórios do look levando em consideração cores, modelos e materiais, é válido prestar atenção no tipo de energia que você está carregando, absorvendo ou emanando no ambiente. Afinal, existem estudiosos que relacionam a interação das pedras com a personalidade do portador, com o ambiente em que ele vive ou trabalha e, até mesmo, com a sua saúde. Sem contar que muitas gemas representam profissões e signos também. Então, além do uso próprio, vale pegar as dicas para aquela sugestão de presente esperta.

O cristal transparente ou incolor, por exemplo, é considerado um equilibrador já que é responsável por estimular o portador contra estresses e fadigas, aumentar a concentração, lucidez e compreensão e, ainda, afastar energias negativas. A esmeralda por sua vez, é considerada uma das pedras mais preciosas do mundo. No Egito Antigo, ela era relacionada à vida, ao nascimento e à fertilidade. Os místicos acreditam que ela é capaz de restabelecer o equilíbrio, a saúde psíquica e o bem-estar, já que sua cor, o verde, é altamente terapêutico e proporciona tranquilidade.

Disponível na natureza em diferentes tonalidades, a safira de azul profundo se tornou sinônimo da realeza após ser usado por Lady Di e, posteriormente, por Kate Middleton. Essa pedra é símbolo de tranquilidade e proteção contra energias negativas. Do fundo do mar, por fim, vem a madrepérola, uma substância produzida por alguns moluscos no interior de suas conchas. Ela representa e canaliza suas energias para a proteção e para o amor maternal, ajuda a estimular memórias, intuições e sensibilidade afetiva.

Profissões e signos?

            Pois é! Além dos significados energéticos, as pedras preciosas representam profissões e signos. O mais comum no primeiro caso é, na verdade, o uso de anéis de formatura. Mas o que simboliza realmente uma carreira é a pedra e não o tipo de acessório utilizado. Afinal, em algumas atividades, é quase impossível usar um adorno, principalmente se as mãos são os instrumentos de trabalho. Dessa forma, vale investir em um colar, por mais delicado que seja, para não causar acidentes.

Então, a relação das pedras com carreiras tem como finalidade potencializar alguma habilidade necessária para o exercício da profissão. A esmeralda, por exemplo, pode ser usada por uma lista de profissionais: advogados, atletas, dançarinos, donas-de-casa, escritores, fazendeiros, jardineiros, auxiliares de enfermagem, estudos sociais, fisioterapeutas, médicos, biólogos, veterinários e biomédicos. Ufa! Sabe o que todos essas carreiras têm em comum? A necessidade por equilíbrio.

Com os signos é quase a mesma coisa. As pedras ajudam no desenvolvimento e no equilíbrio de características do zodíaco. A safira, por exemplo, pode ser usada pelos virginianos, porque ameniza o senso crítico e o perfeccionismo que carregam consigo, e pelos capricornianos, para equilíbrio mental, emocional e físico. A madrepérola, por sua vez, combina com os cancerianos pois potencializa o perfil doce e acolhedor dessas pessoas.

Abuse e use!

E por fim, você já ouviu falar do Met Gala? Conhecido mundialmente como o Oscar da Moda, o evento é uma celebração anual que reúne as maiores estrelas do mundo – seja no campo da música, da moda, do cinema ou da televisão – em um único lugar. Organizada pela Vogue americana e pelo Metropolitan Museum of Art de Nova Iorque, a proposta da noite é arrecadar fundos para o Instituto de Figurinos do Met. Em 2018, as anfitriões da noite foram – ninguém mais e ninguém menos que – Rihanna, Amal Clooney e Donatella Versace.

Ok, mas o que isso tem a ver com os colares de pedras? Tudo! Principalmente, porque traz à tona uma das tendências de joias que tem aparecido como consequência da movimentação da família real britânica (de nascimentos de herdeiros à casamentos). O tema do Met Gala deste ano 2018, foi “Corpos angelicais: moda e a ‘imaginação católica’”, e não foi por acaso que os principais estilistas buscaram na Idade Média – principal período controlado pela Igreja Católica e pela Monarquia – inspirações para os modelitos desfilados no tapete vermelho.

A Rihanna, por exemplo, foi de papisa (apenas!). A cantora desfilou com um maxi pingente de cruz com diamantes, safiras, rubis, pérolas, opalas e topázios. Outra peça de tirar o fôlego foi da modelo Lily Aldridge. O colar, que descia pelo decote, era adornado com esmeraldas e diamantes. Winnie Harlow também investiu em pedras: uma estonteante gargantilha de brilhantes na base do pescoço da modelo chamava mais atenção – ou quase – que o adorno utilizado a cabeça.

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