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Colar Unisex

Unissex pode ser definido como um adjetivo de dois gêneros e dois números. É aquilo que é feito ou destinado indiferentemente para o sexo masculino ou feminino. Com a ascensão de movimentos como o genderless e o androgenismo, que muitas vezes se confundem mas que possuem pontos em comum, o mercado está cada dia mais preocupado em oferecer peças que sirvam e atraíam os dois – três, cinquenta e seis – públicos.

Mas, é importante ressaltar que uma joia genderless não é a mesma coisa que uma joia unissex. A primeira tenta romper com os paradigmas relacionados ao gênero nas sociedades enquanto a segunda tem como objetivo o compartilhamento de roupas, acessórios e ideias entre todos os seres humanos. Logo, a principal característica dessa tendência – que tem um quê de moderno – é a praticidade, o conforto e, simplesmente, (e desculpe-nos o trocadilho) a simplicidade.

 

Isso porque não existem regras que classifiquem ou moldem como deve ser uma joia unissex. Para determinar se uma peça se enquadra ou não nesta “categoria” é só tentar imaginar se duas pessoas de “sexos” opostos a usariam. Por isso, os acessórios mais minimalistas ganham espaço nesta tendência já que transita, com facilidade, entre os armários e produções por aí. Não apenas joias de tamanhos menores (brincos), mas também de espessuras mais finas (no caso de colares e pulseiras), com pedras mais sóbrias (pingentes) e, geralmente, de metal prateado, como a própria prata, o aço inoxidável ou o ouro branco. Uma peça com essas características é um complemento certeiro para qualquer produção independentemente do período do dia. São como coadjuvantes que suportam o visual dando um toque de charme e estilo. Afinal, a estrela do look é o usuário.

 

Os primeiros vestígios de joias consideradas unissex vêm do período chamado medieval. Isso acontece porque os artesãos responsáveis pela fabricação das joias não podiam alterar os ornamentos decorativos de suas criações. Eles acreditavam que o dom para fazer os acessórios era concedido pelos deuses e, portanto, as peças não podiam ser modificadas (além de conceder poderes mágicos). Por esse motivo, os animais são temas recorrentes nas joias dessa época usadas tanto por homens quanto por mulheres das classes sociais mais altas, obviamente. O pombo, por exemplo, era símbolo de prosperidade e abundância. As cobras eram uma referência ao poder de cura, os peixes à sabedoria e o cavalo à fertilidade.

 

De lá para cá, com a Idade Média e a influência da religião cristã, os papéis de gênero foram delineados e as joias femininas e as masculinas criaram identidades. As mulheres usavam um leque maior de acessórios, dos pés à cabeça, mais delicados, ricos em ornamentos, arabescos e outras formas de decorações, com o adorno de pingentes e pedras. Para os homens restou a robustez, o design mais clean e anguloso e, se houvessem gemas, escuras como a negra ônix e o azul escuro da safira. O mercado joalheiro criou duas linhas, dois nichos de atuação baseado em estereótipos, que nunca se encontravam. E se um lado gostasse da peça do outro, a ausência de uma variedade de tamanhos tornava tudo mais difícil.

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