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Pingente

Pingente pode ser definido como um enfeite suspenso de outra peça de joalheria, como um colar, uma corrente, uma fita, um broche, uma pulseira ou um brinco. Tão antigo quanto a história do setor, esses adornos podem ter diferentes formatos e detalhes, como pedras, cruzes, medalhas e, até mesmo, relógios!

Do latim pendere, que significa “estar pendurado”, eles transitam entre o detalhe e a atração principal de uma joia. Mais do que algo meramente estético, os pingentes podem servir ainda como amuletos e talismãs para aqueles que acreditam na energia proveniente dos acessórios. Independente das tendências em voga no momento, eles estão sempre disponíveis – de diferentes materiais, formatos e modelos – no mercado. E só dar o match e começar a usar!

Colar? Não, pingente!

Mesmo sendo possível de usá-lo em outros acessórios, a história dos pingentes se confunde com a dos colares. Na joalheria pré-histórica, por exemplo, eles eram amplamente utilizados para fins de proteção e confeccionados com matérias-primas rústicas encontradas na natureza como ossos, dentes, conchas, madeiras e pedras. No Egito Antigo, por sua vez, os pingentes carregavam símbolos ligados ao poder e à religião. Utilizado principalmente pelo Faraó e por seus familiares, eles possuíam formas da natureza e de animais como escaravelhos, escorpiões e serpentes que remetiam aos deuses. Nesse período, graças às avançadas técnicas de ourivesaria, já apareciam também as pedras preciosas como detalhes nas peças.

            O povo grego, durante seu período, reproduzia em suas joias – principalmente nos pingentes geométricos – cenas mitológicas. Na Índia e em outras sociedades orientais, as peças acompanhavam inscrições em línguas nativas para atrair, principalmente, sorte e riqueza. E não eram apenas os humanos que desfilavam por aí com pingentes, muitos deles eram confeccionados para os animais considerados sagrados, como elefantes e vacas. Durante a Idade Média, os pingentes tinham, basicamente, motivos religiosos. Escapulários, crucifixos e relicários foram as principais formas da época. Com a ascensão da burguesia, as joias deixaram de ser algo exclusivo da aristocracia e começaram a se popularizar. Não apenas os pingentes, como todas as outras peças passaram a ser utilizadas por mais pessoas.

Distintas formas de uso

De acordo com crenças individuais, os pingentes podem ser divididos em cinco categorias. A primeira é daqueles que consideram o objeto um amuleto, ou seja, com poder mágico ou espiritual para proporcionar proteção o usuário. Depois, os que crêem em talismã, um adorno que não só protege como possui algum tipo de energia para conferir ao portador – ou potencializar, caso a pessoa já possua – características. O pingente pode vir também na forma de um relicário, uma espécie de porta-objeto bem pequeno e muito utilizado antigamente para guardar fotos, cachos de cabelos, pedaços de tecido e até mesmo perfumes.

Oi? Isso mesmo! Esse tipo de pingente era moda entre as damas da alta sociedade nos séculos XVIII e XIX. Além do quesito adornar, as mulheres das classes mais altas armazenavam uma espécie de pomada perfumada – como uma cera, um perfume sólido – dentro dos relicários e carregavam em seus pescoços. Enganam-se aqueles que imaginam que o objetivo era somente para ficarem mais perfumadas. A real intenção dessas senhoras era abafar ou mascarar odores não-agradáveis do corpo, que vão desde o mau-hálito durante uma conversa até o cheiro de suor.

Tem tendência?

Até que sim! Atualmente, no século XXI, os pingentes-amuletos são os mais populares no mercado joalheiro. Os modelos de olho-grego, por exemplo, são considerados itens para proteção contra inveja e mau-olhado. O elefante, por sua vez, remete à força, à prosperidade, à longevidade e à sabedoria, simbolizando estabilidade para o portador. Esses adornos podem carregar ainda diferentes significados relacionados ao estilo de vida das pessoas. Um pingente de bicicleta pode mostrar que você é ligada ao esporte ou à práticas sustentáveis. Uma concha ou uma âncora demonstram a paixão pelo mar e por aventuras.

A cruz, a Nossa Senhora e o Buda possuem em comum motivos religiosos e todos representam a fé do usuário. Pingentes com os dizeres de gratidão ou com corações podem representar sentimentos. E aqueles menininhos, menininhas ou cachorrinhos super tradicionais que homenageiam mães e filhos? Para as astrológicas, carregar o signo junto ao colar ou a pulseira é uma forma de demonstrar a personalidade. E é interessante tudo isso porque os pingentes podem ainda se adaptar ao local que estamos indo: de um momento de descontração até um ambiente formal de trabalho.

Outra tendência que se vê com os pingentes é nos colares investidos, ou backwards necklace. Ou seja, ao invés de usar o acessório em cima do colo, como é feito normalmente, você joga a parte do pingente para as costas. Esse truque de styling foi visto inúmeras vezes nos tapetes vermelhos internacionais, geralmente para valorizar um decote na parte posterior do vestido e proporcionar um toque de sensualidade ao visual. Mas nada impede de ser usado no dia-a-dia. Apenas, dê preferência aos modelos mais delicados e minimalistas para não machucar o seu pescoço.

O mais legal?

Mesmo com as tendências, eles são atemporais. Vem e vai trend, o pingente fica. Primeiro, porque eles são de fácil manuseio, armazenamento e cuidado, e podem combinar com diferentes roupas e humores. Principalmente para as mais práticas, que usam a mesma corrente todos os dias. Neste caso, é só escolher o pingente ideal e correr para o compromisso – ou abraço! Outro ponto positivo? É uma ótima sugestão para ocasiões especiais como Dia das Mães, Dia dos Namorados e Natal! Com tantos modelos e opções no mercado, é praticamente impossível não encontrar um que seja a cara da pessoa que você quer presentear! Essa capacidade de personalização dos pingentes é quase que única na joalheria.

E finalmente, não tem muito segredo para usar os itens além de escolher um que seja condizente com o seu estilo. Se você é de uma vibe mais romântica, não faz sentido desfilar com um pingente de caveira no pescoço, por exemplo. Uma das dicas que os consultores de moda usam bastante é a do ponto de equilíbrio, o local exato do seu colo onde deve ficar o seu adorno ou iniciar o seu decote. Com uma fita métrica, descubra a distância entre o topo da sua testa e o final do seu queixo. Depois, use o mesmo comprimento a partir do queixo em direção ao peito. O final da fita é o seu ponto de equilíbrio facial e estrutural. Anotou?

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