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Pingente Prata com Pedra

A importância do universo das joias pode ser exemplificada com a necessidade, desde a pré-história, que os seres humanos têm de ornamentação. Ou seja, o ato de colocar-se um enfeite. Porém, o uso de colares e pulseiras nesta época está longe de ser algo estético e está ligado ao misticismo e à crença do homem em poderes mágicos. Algo que dura até os dias de hoje.

Ele usava essa joia como um amuleto, com a crença inabalável que as pedras ali pendentes poderiam afetar a sua sorte. O acessório era confeccionado com essa convicção, desde a preparação do metal até sua conclusão, e essa força impregnada na peça. Não é à toa que, com o tempo, a joalheria em si foi muito assimilada com religiões e fé. Vide os costumes dos faraós, por exemplo.

No Egito, as pedras receberam ainda significações de acordo com suas cores, características e lendas. Jaspe verde, por exemplo, era sinônimo de chuva, ágatas eram protetoras contra mordidas de aranhas e tempestades. Caso o usuário quisesse se manter a salvo de ataques de serpentes, usava uma joia com lápis lazúli. Embora as pedras usadas na Antiguidade fossem preciosas para seus donos, o conceito de pedra preciosa hoje em dia está atrelado a outra significação. Na joalheria, a título de explicação, apenas quatro gemas são consideradas verdadeiramente valiosas: diamante, rubi, esmeralda e safira azul. Por isso, com o passar do tempo, as joias com pedras também se tornaram símbolo de riqueza e posição social, tornando-se investimentos na França do Rei Francisco I.

Tá, mas e os pingentes?

            Um exemplo notável da utilização de pingentes na história é na Grécia Antiga. Esses detalhes são, inclusive, considerados uma das principais característica da joalheria dessa civilização. Às vezes, eram tantos usados juntos, no pescoço, braços e cabeça, que as mulheres faziam barulho quando se movimentavam. Outro período de destaque para esses ornamentos é o Renascimento. Nesta época, os ourives eram abastecidos com uma variedade infinita de materiais que possibilitaram a criação de peças de diferentes formatos. Um exemplo são as pérolas barrocas, gemas populares que, devido a seus formatos irregulares eram usadas para preencher formas de lagartos ou velas de navio.

Apenas na Revolução Industrial, com a automatização dos meios de produção, que os acessórios começam a ser produzidos em grande escala e a ganhar espaço nas ruas, em todas as classes sociais. Materiais como ligas metálicas substituíram o ouro e a prata, e as máquinas começaram a lapidar as pedras. Até passarem a recriá-las de forma sintética dentro dos laboratórios. Essas mudanças alteraram e balançaram as estruturas do setor joalheiro. Afinal, mesmo com qualidade inferior, os preços atrativos das chamadas bijuterias fizeram as cabeças das mulheres, que se viram diante de diversas possibilidades de formatos e modelos para se enfeitarem.

Vale investir? E a prata?

Muito! Principalmente porque pingentes são peças atemporais – e coringas! – da joalheria. Entram e saem tendências, e elas estão lá, firmes e fortes, prontas para retornarem à cena, principalmente quando percebemos – de última hora, claro – que a peça “trend” que compramos não faz bem o nosso estilo. Muito associados aos colares, os pingentes podem ser usados ainda em brincos, pulseiras e até brochés. Basta um alfinete e voilà! É possível encontrar modelos para todos os estilos, de diferentes tamanhos, acabamentos e cores. Nesse caso, de pedras, o toque de sofisticação e elegância no visual é instantâneo.

E se estiver pensando em investir, vá de prata! Primeiro, por causa do metal. Desde a Antiguidade, o material é conhecido por sua propriedade micro bacteriana, que já foi validada cientificamente. Ou seja, além de ser um acessório de Moda, usar uma peça de prata protege o usuário de infecções, gripes e resfriados. Outro benefício da matéria-prima é a cicatrização de feridas, regulação de calor e circulação. Para as mulheres, é ainda um meio de defesa, já que o material – de boa qualidade, ou seja, com um percentual alto de prata pura – muda de cor quando entra em contato com substâncias tóxicas.

Outro benefício é a cor que não contrasta com as roupas escolhidas para a produção e não ofusca a pedra que adorna a joia. Democrática, combina muito bem com peles de tons frios e quentes. Claro que ao usar um pingente com uma pedra colorida, deve-se ter algum cuidado com o vestuário usado na parte de cima – seja blusa, camiseta, camisa ou vestido – e principalmente se for estampada. Nesse caso, por ter algum conflito de informação. De modo geral, a cor pode ser usada em todas as ocasiões, das mais descontraídas às mais elegantes, sem receios.

Escolhendo as pedras

Existem duas formas de escolher a pedra perfeita para uma produção: pela cor – se combina ou não com a roupa que você está pensando em colocar – e pela significação. Sim, sempre ela. Os místicos e estudiosos sobre o assunto acreditam que pedras são manifestações de luz e energia em estado bruto e podem conceder ou ampliar forças para o usuário ou portador. Então, por que não aliar a o útil ao agradável? A ametista, por exemplo, é conhecida como a pedra da alma, que acalma e proporciona tranquilidade para a mente, liberando tensões. Pode ainda melhorar a memória e a motivação. Escolha certeira para uma reunião de trabalho importante!

Outra pedra com características semelhantes é a safira, que traz serenidade, aquieta e acalma. Vale a pena investir após um dia conturbado. A turquesa, por sua vez, tem como característica a absorção. Protege contra a violência, sentimentos negativos e, até mesmo, poluição. O quartzo rosa é sinônimo de amor e muito ligada ao perdão. O nome da pedra rubi deriva do latim, rubeu, e é conhecida desde a Antiguidade por suas forças relacionadas à coragem e ao poder. O cristal é um poderoso purificador de energias e conta com propriedades curativas. A pedra da lua potencializa a intuição e aumenta o poder de atração e magnetismo pessoal. Por fim, a ônix protege do mau-olhado, transmite serenidade, humildade e confiança e pode ser usado para limpar o campo energético.

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