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Religiosa

As demonstrações de fé nas mais diversas religiões têm acompanhado as diferentes civilizações. Exaltar a relação espiritual com o divino por meio de joias é uma maneira tradicional de manifestar a fé e também de buscar proteção. Anéis, pulseiras, pingentes religiosos, medalhas, terços, escapulários e cruzes surgiram como um jeito de externar a fé e estão presentes nas vestimentas dos devotos através dos séculos.

 

Com a expansão do cristianismo e o fortalecimento da Igreja Católica, ao longo dos anos, as joias religiosas ganharam ainda mais espaço nas vestimentas, demonstrando, muitas vezes, a profissão – como padres, bispos, papas – ou o status social e poder da pessoa, identificados pelo uso de ouro e pedras preciosas.

 

Desde os crucifixos cravejados de pedras preciosas até imagens sagradas de santos, a joalheria pelo mundo evoluiu para que as pessoas carregassem junto de si todo os significados que aqueles objetos de devoção demonstravam. Esse tipo de joia ganhou as ruas ao serem itens presenteáveis que respeitam diferentes religiões, tamanhos e materiais e passou por povos como egípcios, gregos, romanos e celtas.

 

Geralmente clássicas, as joias religiosas são delicadas e conversam com diferentes estilos. Sendo objetos de respeito e devoção, espelham a crença de quem usa e pode passar informações sobre sua fé. Como a religião, muitas vezes, é uma tradição passada de geração em geração dentro das famílias, esse tipo de jóia também pode contar uma história e ao ser herdada ou presenteada, ela ganha um significado ainda mais especial para quem a usa.

 

Entre os diversos tipos de símbolos religiosos que se tornaram jóias e adereços, a cruz, símbolo do cristianismo, virou moda e está presente em roupas e acessórios. O crucifixo é uma das maiores representações materiais da fé, e ganha espaço, principalmente, em pulseiras, anéis e colares de diversos tamanhos e materiais.

 

Reconhecida pelos católicos como a Padroeira do Brasil, as jóias e peças que homenageiam Nossa Senhora Aparecida aparecem em brincos e pingentes que podem ser usados de forma discreta ou em uma composição, misturando com outras peças. As homenagens à santa demonstram a fé de quem as utiliza e também são compradas ou presenteadas como formas de oferecer ou pedir proteção e para agradecer pelos milagres e conquistas alcançados.

 

Os escapulários, que unem duas imagens por meio de um cordão, são peças que representam a fé e significam proteção de quem usa. Reza a lenda que sua origem foi uma veste para ser colocada sobre os ombros – escápulas -, um presente de Nossa Senhora à São Simão para protegê-lo de momentos difíceis. Em seguida, estabeleceu-se o escapulário reduzido para dar aos fiéis e leigos. Como sua origem foi um presente, a tradição diz que os escapulários devem também ser presenteados, sendo uma ótima forma de agradar alguém e demonstrar a preocupação com o bem-estar daquela pessoa.

 

Outros símbolos são representados em medalhas, pingentes, brincos, pulseiras, colares e aneis. Cada cultura ou religião expressam sua fé de diferentes maneiras. A pomba do cristianismo, por exemplo, representa o Espírito Santo. Já a Mão Hamsa – ou mão de fátima – é um símbolo que tem origem egípcia e hoje é dividido pelas religiões judaicas e islâmicas, e protege das energias negativas e da inveja.

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